sexta-feira, 13 de maio de 2011

Acreditava sempre e insistentemente no amor. O mundo com toda a modernidade batendo na porta e ela acreditando no amor.
O amor?
Aquele namorado do tempo do colégio. Que a monotonia, as festas de faculdade e as viagens venceu.
Ele se gabava que era ateu, ela duvidava dessa rebeldia. Dessa, das outras não.
As coisas do outro mundo existem, repetia ela.
Ele era sensível e amável, sempre tinha no bolso um conselho, uma mão quente ou uma boa gargalhada.
Não era santo, era leal.
Ele era poeta e meio mágico também. Ela era encantada por ele.
Tudo evaporou.
Ela esperava pela cerveja, pela porta, pelo telefone, pela resposta que não vinha. Ela era cheia de paciência, até sua paciência encher o saco.
O saco dele.
E aí ela tomou um pé na bunda.
Ele virou evangélico e pratica diariamente os cultos com sua nova namorada feia que o convenceu a entregar seu coração e os poucos trocados que restam à Igreja Universal do Reino de Deus.
Ela sempre soube que ele não era ateu.
E segue acreditando no amor.

sábado, 7 de maio de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Billy the Kid enterrado no quarto dia

DASÉRIE FACULDADE. TRABALHO PRA REDAÇÃO JORNALÍSTICA:


DENISE TAMER

 26/04/2011



Com um currículo com mais de 21 assassinatos –sem contar mexicanos! A lenda do velho oeste americano partiu dessa para uma melhor bem jovem. Saiba mais sobre a vida de Billy the Kid.


Você já ouviu falar sobre Billy the Kid? Figura lendária de um jovem que viveu perigosamente como um fora da lei nas terras do Arizona e do Novo México. Nascido Bill Harrigan em 1859 em um barraco subterrâneo de Nova York, aos 14 anos foi enfim batizado como Billy the kid, em um bar do Llano Estacado. O apelido veio da história de uma confusão seguida de morte causada pelo jovem. Após tomar dois copos de cachaça pura em um bar no Novo México, Billy sentiu-se ameaçado por um mexicano que entrou no estabelecimento metendo a banca, conforme afirmaram populares. Billy com um tiro só resolveu a situação matando o mexicando e dizendo que ele era Billy Harrigan de Nova York. O ato de bravura foi um dos mais marcantes na vida do jovem praticava a coragem sem medir as conseqüências.

Se vivesse nos dias atuais Billy the kid teria tatuado no braço esquerdo ‘Vida Loka’. Pois foi assim que levou sua curta vida. Quando criança já fazia parte da gangue Anjos do Pântano, aprendeu a arte vagabunda dos tropeiros e era um excelente ladrão de gado. Encantava cavalos e sempre foi atraído facilmente pelos bordéis do México.

Em julho de 1880, na rua Fort Summer, caiu em uma cilada armada por um ex-amigo. O comissário Garret, no escuro da noite, puxou o gatilho contra Billy que morreu na hora. As comunidades que morava perto do assassinato protegeram-se fechando as portas e esperaram até a poeira baixar. Sabiam que onde estava Billy the Kid no meio a confusão demorava a passar.

Garret para ter certeza que havia matado a lenda do velho oeste disparou duas vezes. Billy the Kid estava morto. A população o vestiu com roupas bonitas e o exibiu na vitrine do melhor bar da cidade por três dias, e só no quarto dia a lenda foi enterrada.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cura tudo!

solução de tudo e contra tudo são os prazeres da vida.
comer:
praticar esportes:
pensar:
surpreender:


#fotosdomeucelular ;)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

hein Tamer?

Têm dias que eu sinto que preciso escrever. mas fico fugindo desse momento de colocar pra fora as minhas angústias e alegrias em forma de palavras.
acho que meus bons textos não são postados.

 porque a minha dor de dente dói no peito?  ,)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

e agora?

A moça da lotação  falou sobre a vida e disse que o príncipe dela pegou o ônibus errado. na direção contrária.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

campo

sabe aquela música consagrada na voz da Elis Regina que diz assim:
-eu quero uma casa no campo..

=)
Sim.  ter uma casa no campo (sitio, fora, fazenda, latifundio, chame como quiser) é um privilégio.
Tanto faz o tamanho, (ok nem tanto faz tanto assim por questões econômicas, mas isso não vem ao caso no momento.) o importante é ficar longe da cidade e dessa civilização maluca. RELAXAR!





Vale muito o desapego dos centros urbanos.
Vai dizer que você algumas vezes  não sentiu a sensação de ser preso ao asfalto?

Cidades são um fenômeno incrível, aglomeram pessoas, fazem o dinheiro girar, as coisas acontecerem. mas eu nao tô aqui pra falar da cidade e sim do campo. Onde as coisas também acontecem.


quinta-feira, 31 de março de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Singular encontro entre Marcel Proust e James Joyce torna-se livro

Continuando a série Meus trabalho para a faculdade. Redação jornalística.' trabalho explorando a criatividade para escrever sobre o livro Uma noite no Majestic.' O professor deu muita informação sobre o encontro, protagonistas, data,região, contexto, tudo com conteúdo.

Logo a tarefa era Escrever como se o livro fosse lançado ainda este mês no Brasil. A verdade é que  ele foi lançado há anos no país. Tanto que li resenhas do livro na internet de 2007. Tem o livro a venda no site da  Americanas.com, por R$ 41,90. naocomprei. tenho dois livro prontinhos pra eu ler. não posso furar a fila. mas confesso que deu uma vontadezinha de ler Uma noite no Majestic.
meu trabalho então: 
(com suas devidas especificações. uma aula dejornalismo! hdsuhaushau) 


ANTETÍTULO:(a regra é clara e lógica, antetítulo é aquilo que antecede, prevê, o título)
Nem mesmo canapés de peixe defumado, blinis com caviar, linguado ao molho branco com creme de leite e medalhões de cordeiro na manteiga garantem a aceitação e a estabilidade em um jantar armado para promover o encontro de dois desafetos públicos.

TÍTULO:
Singular encontro entre Marcel Proust e James Joyce torna-se livro

TEXTO:
A sobremesa também não mudou nada para os dois convidados de honra. Os seis garçons que serviam os pratos baseados nos jantares descritos na obra prima de Proust, não entendiam o porquê de tantas exigências peculiares. Ricos, só podia ser por serem ricos e não terem mais com o quê preocupar-se. De certa forma os garçons estavam certos. O casal de judeus ingleses era rico. Mais que isso, eram intelectuais. Ele, Sydney Schiff, escritor. Ela, Violet, socialite culta. A dupla programou o belo jantar para 50 convidados, entre eles o pintor Pablo Picasso, a bailarina Bronislava Nijinska e a princesa Edmond de Polignac. Princesa esta que nasceu Winetta Singer, descrita pelo historiador Richard Davenport-Hines, o qual volto a falar depois, como fabulosamente rica e discretamente lésbica. Com a desculpa de comemorar oficialmente a estréia do balé burlesco Le Renard. Balela, o objetivo do casal era promover o único encontro entre os dois maiores romancistas do século XX. 

A cidade, Paris. O palco, nada menos que o Hotel Majestic. A data, 18 de maio de 1922. O horário do jantar era marcado para meia noite, para os outros. Proust e Joyce chegaram atrasados. Quer ser notado em um evento? Chegue atrasado. Ganhou Joyce que chegou duas horas e meia depois, bêbado e maltrapilho. Dormiu na mesa demonstrando claramente a importância que dava para o evento.

Proust e Joyce: se odiavam e foram protagonistas de jantar armado para promover o inusitado encontro entre eles

Soube-se que Proust e Joyce trocaram poucas palavras mas compartilharam uma carona. Na saída do evento, Joyce entrou no carro que levava Proust, apertando o casal anfitrião e o romancista francês no banco de trás. Abriu a janela, acendeu um cigarro, sentia-se em casa. Proust assustou-se, odiava cigarro, tinha asma e queria ir para casa.

O historiador Richard Davenport-Hines, que citei no início do texto, é inglês e acaba de lançar um livro sobre esse preparado e brilhante encontro entre Proust e Joyce. A atraente obra chama-se Uma noite no Majestic, conta o diálogo que ocorreu entre os romancistas e chega no Brasil na próxima semana.

Na sequência, Proust e James Joyce:

segunda-feira, 28 de março de 2011

para bicicleta.

encontrei um material meu velho. velho mesmo. então resolvi postar. aham, posso guardar tudo aqui. ;)





e agora eu tenho uma caloi 100. 2011 lá vou eu com
vento na cara

Post bem atrasado. mas tá valendo.

Querem ler o texto que escrevi pro blog Estúdio da Atlântida sobre o show da Shakira?
pra ler é só clicar aqui.


me, and my sisters no show da SHAKIRA:
(Doris, Deise e Denise. meus pais  amam a letra D.)

terça-feira, 22 de março de 2011

FACULDADE

Trabalho pra faculdade! Escolher um acontecimento -no caso, a renúncia de Churchill- e escrever uma notícia. Como se o fato tivesse acontecido ontem. -Redação Jornalística II

Churchill renuncia após último discurso
Denise Tamer

Saúde debilitada e frustração por não conseguir convencer Estados Unidos e União Soviética a acabarem com a Guerra Fria foram os principais motivos da decisão.

Winston Churchill renunciou ontem após proferir seu último discurso na Câmara dos Comuns, como Chefe de Governo. Na fala intitulada ‘Jamais Desesperar’ Churchill alertou para o risco de guerra nuclear. Aos 80 anos, o estadista alegou como motivos para renuncia a saúde debilitada e a frustração por não conseguir convencer Estados Unidos e União Soviética a acabarem com a Guerra Fria.
Consagrado por discursos memoráveis e oratória impecável Churchill anunciou sua renuncia ao mandato de primeiro-ministro concluindo em emocionado discurso: -virá o dia em que a equidade, o jogo limpo, o amor ao próximo, o respeito à justiça e à liberdade, farão as gerações atormentadas marcharem serenas e confiantes, deixando para trás a era hedionda que nos cabe viver.
O político conservador britânico, escritor, jornalista e historiador foi Primeiro-Ministro do Reino Unido durante Segunda Guerra Mundial. Tem como mérito político ter sido um dos poucos a prever a invasão de Hitler. Enquanto a elite britânica via em Hitler uma saudável proteção e barreira contra o comunismo Churchill era crítico do nazismo alemão e defendia recursos destinados à militarização. Aos 65 anos de idade, em 1940, foi eleito Primeiro-Ministro britânico e manteve unido o povo durante os bombardeios sistêmicos da Alemanha sobre Londres e outras cidades do país.
Churchill, mesmo longe do Parlamento, é figura inesquecível. Diversos incidentes tornam sua carreira no mínimo curiosa e muito marcante. O político não gostava de interrupções durante seus incendiados discursos. Certa vez uma deputada o oposicionista solicitou o aparte. Interrompendo seu discurso disse: se V. Exa fosse meu marido colocaria veneno no seu café. Churchill respondeu, após certo silêncio, que se marido da deputada com certeza tomaria o tal café.
Churchill poderá a partir agora, após sua renúncia, discursar sem ninguém interrompê-lo, nem mesmo a história.


O que eu espero, senhores, é que após um razoável período de discussão, todos concordem comigo.
Churchill Winston

terça-feira, 1 de março de 2011

volta às aulas=MARÇO!

Hoje as férias da faculdade acabaram. de volta à PUC. de volta à Famecos e tudo de novo.
têm pontos positivos, tipo aquela biblioteca absurdamente excitante e inútil da PUC. e o nobríssimo buteco RUSSO do outro lado da rua do campus da PUC,  eu já falei dele por aqui. sendo assim, vamos ao que interessa:
 querendo economizar uns pilas e reaproveitar os materiais, mexi nos meus cadernos dos semestres passados.  vou reutilizá-los. usando asfolhas que ainda não foram usadas. Entre as folhas usadas, materias e  textos que escrevi finalzin de 2010. resolvi publicar! leia goela abaixo e seja feliz!


Veja bem amor, aqui no sul do mundo o céu é tomado de estrelas e a lua ilumina tanto que faz sombras nas árvores em frente à casa  no meio do campo. Sabe quando a gente se lembra que sim, somos apenas poeira cósmica e a vida é transitória? E nessa transitoriedade ligeira e fulgás vivemos. É tão dificil confiar nas pessoas, parece que todos têm o pé atrás com todos. Mas que inferno é esse que se vive cuidando as costas pra não levar boladas? A franqueza é uma das principais qualidades dos homens. Então porque as vezes não agimos de uma maneira honesta?
Tão simples ser o que se é, em essência... dizem que o crescimento interior constante é a busca do conhecimento, do conhecimento de si.
Li que a  casada gente é o lugar de andar NU DE CORPO E ALMA, e sítio pra falar sozinha. Quem não curte andar pelado pela casa?  O negocio é andar pelado com sentimentos e ações também. Ser o que se é, como um copo de cerveja gelado e cheio, que é  simplesmente é o que é, até acabar em uma garganta felizarda.

felizmarço de 2011.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

as vezes parece que não atingimos o objetivo. sabe porque?
eu acho que sei. são dois motivos:
1- não sabemos qual é o objetivo, nem onde ele está.
2-porque o ser humano por si só, é insatisfeito. se não fosse assim talvez nao teriamos a evolução no mundo. (claro, a evolução tem seus contras que deixam meu saco cheio com tanta burrice e marcha ré humana.)
CONCLUINDO: A dinâmica é assim: homem insatisfeito= melhoramento= evolução.
bem simples. a partir da insatisfação as mudanças acontecem.

Já evoluiu em alguma coisa hoje?
____________________________

MUDANDO DE ASSUNTO, COMO SEMPRE, VIRAM A CAMISETA DO GRÊMIO!
SIMPLESMENTE LINDA!


 ;)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Musa ->Marina Colasanti<-

Eu sei que há tempos não posto. nem vou escrever desculpas esfarrapadas.nao cola mais. 
Mudando de assunto, nada melhor na vida do que mudar, conhecem a Marina Colasanti? 



Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(1972)

Marina Colasanti

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AMY WINEHOUSE, EU VOU!

Quase não dá pra acreditar. Mais eu vou no show da Amy Winehouse. Amanhã em Florianópolis! Saio mais cedo do trabalho e tchau!





Sim, a minha emoção é um pouco mulherzinha! Mas to muito, exageradamente, emocianada! Várias vezes quando a minha vida tava ruim, eu pensava -ah a Amy me entenderia! e a gente poderia tomar vários tragos por aí, e escrever umas poesias... Ia falar pra ela que a gente podia ligar pro Bukowski tb...

Beijos