quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

as vezes parece que não atingimos o objetivo. sabe porque?
eu acho que sei. são dois motivos:
1- não sabemos qual é o objetivo, nem onde ele está.
2-porque o ser humano por si só, é insatisfeito. se não fosse assim talvez nao teriamos a evolução no mundo. (claro, a evolução tem seus contras que deixam meu saco cheio com tanta burrice e marcha ré humana.)
CONCLUINDO: A dinâmica é assim: homem insatisfeito= melhoramento= evolução.
bem simples. a partir da insatisfação as mudanças acontecem.

Já evoluiu em alguma coisa hoje?
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MUDANDO DE ASSUNTO, COMO SEMPRE, VIRAM A CAMISETA DO GRÊMIO!
SIMPLESMENTE LINDA!


 ;)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Musa ->Marina Colasanti<-

Eu sei que há tempos não posto. nem vou escrever desculpas esfarrapadas.nao cola mais. 
Mudando de assunto, nada melhor na vida do que mudar, conhecem a Marina Colasanti? 



Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(1972)

Marina Colasanti

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AMY WINEHOUSE, EU VOU!

Quase não dá pra acreditar. Mais eu vou no show da Amy Winehouse. Amanhã em Florianópolis! Saio mais cedo do trabalho e tchau!





Sim, a minha emoção é um pouco mulherzinha! Mas to muito, exageradamente, emocianada! Várias vezes quando a minha vida tava ruim, eu pensava -ah a Amy me entenderia! e a gente poderia tomar vários tragos por aí, e escrever umas poesias... Ia falar pra ela que a gente podia ligar pro Bukowski tb...

Beijos



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Julian Assange e a sexualidade perigosa

Julian Assange estuprou a correspondência secreta dos diplomatas espiões americanos.
Botou todo mundo de bunda de fora.
Estão tentando afetar duramente a retaguarda dele por causa disso.
Duas mulheres o acusam de assédio assexual e estupro.
Ele teria pressionado sexualmente o seu corpo contra o de uma delas.
Ambos estavam nus numa cama.
Outra o acuso de estupro.
Eles também estavam pelados numa cama.
A moça havia aceitado ceder seu patrimônio ao fundador do wikileaks.
Com uma condição: que ele usasse camisinha.
Ele teria consumado o ato sem preservativo.
Sabem como é, aquele entuasiamo, sim, não, sim, não...
Foi!
Noutro caso, se bem entendi, ou no mesmo, ele teria violado a moça, com a qual estava repousando pelado, enquanto ela dormia. Sem camisinha. Como se vê, são situações terríveis e moralmente comprometedoras.
O sujeito não se controla.
Promete uma coisa e faz outra.
Viola correspondência, moças nuas na sua cama e consciências iludidas.
Não respeita contratos.
Desnuda todo mundo.
Diz que vai usar camisinha e não usa.
Os tempos mudaram.
Estar pelado com alguém na cama não significa que está tudo liberado.
Não é só se instalar e ir entrando.
Precisa pedir licença.
Dar um amasso em alguém pode terminar em processo.
Nada disso, evidentemente, tem qualquer relação com a divulgação da correspondência secreta dos fofoqueiros oficiais norteamericanos pelo australiano impetuoso. É mera e triste coincidência. Surgiu agora por acaso.
Assange está comprometendo a reputação das moças e de uma das mais nobre atividades de todos os tempos: a fofoca diplomática. A espionagem oficial e pomposa agora terá mais dificuldades para se consumar.
Diplomata americano, a partir de hoje, só com camisinha.

Postado por Juremir Machado da Silva - 09/12/2010 09:59

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A, B OU C

E ai galera!
Final de semestre, resultado de provas e trabalhos. avaliações das conquistas, das perdas. Na vida não há conceitos A, B ou C...
Uns pensam que finalmente aquela materia chata  sexta à noite terminou. Outros  acreditam que vão sentir falta, muita falta. Dos colegas, do professor, do conteúdo discutido em sala de aula, da roda, e principalmente do ambiente efervescente intelectualmente.
 Comigo esse semestre foi assim. Uma cadeira em especial me marcou e vai deixar saudades.  foi na UFRGS, o nome da cadeira? História Da Educação: História Da Escolarização Brasileira  E Processos  Pedagógicos.
Muitas coisas se perdem na memoria do tempo. A fotografia, é um dispositivo da memória.
tive absoluta certeza q essa cadeira foi a mais especial, quando escutei essas palavras do professor, no último dia de aula.  Cláudio de Sá Machado Júnior, o professor, exercitou a sensibilidade da turma. Defendendo que  ensinamento é o que fica, que não devemos somente reproduzir o conhecimento, mas tb produzi-lo. Inquietude intelectual. Um exemplo de professor que avalia pelo conteúdo, coração e mente aberta.

o dispositivo de memória da cadeira que aconteceu no segundo semestre de 2010, na Faced em Porto Alegre. 






Vídeo que o professor encaminhou junto com a foto para uma reflexão final: 


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nada contra os felinos, mas sempre defendi que cahorro é melhor que gato e agora minha teoria tem fundamento científico.


Uma pesquisa divulgada pela revista amerciana New Scientist  analisou cães e gatos em 11 categorias que incluíam inteligência, afetividade e obediência. Em um placar de 6 a 5, os caninos levaram a melhor. 
Os cãezinhos entendem melhor os comandos dados pelos donos, resolvem mais problemas e são mais prestativos. Já os felinos têm os sentidos mais apurados e incomodam menos miando do que os cachorros latindo.
Apesar das vantagens caninas, os gatinhos continuam sendo os animais de estimação mais populares do mundo. São 204 milhões de felinos contra 173 milhões de caninos, em uma comparação feita entre os 10 países com o maior número de bichos de estimação.

domingo, 17 de outubro de 2010

Demissão
Rescisão
Frustração  
Grana na mão
Dias melhores: verão!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Quanto custa um deputado?

Matéria muitooo boa da Revista Superinteressante, com seus devidos créditos e fontes!

Reclamamos do alto salário dos 513 deputados federais, mas ´o problema são as verbas`, diz o coordenador de projetos da ONG Transparência Brasil, Fabiano Angélico. No gráfico abaixo, o tamanho de cada item corresponde ao seu custo.

por EMILIANO URBIM, THAIS SANT´ANA, GABRIEL GIANORDOLI E CÁSSIO BITTENCOURT

VERBA DE GABINETE
Cada um dos 513 deputados federais possui esta verba mensal para gastar com material de escritório e pagar até 25 assessores parlamentares. Os deputados federais brasileiros estão entre os que podem contratar mais gente.

VERBA INDENIZATÓRIA
É para gastos com gasolina, comida, hospedagem, aluguel de escritório (sim, além dos que eles têm no Congresso) e consultorias - sendo que consultoria pode ser qualquer coisa que os deputados decidirem chamar de consultoria.


SALÁRIO
Além do 13º, há mais dois salários extras no início e no fim do ano legislativo, para dar uma força.
MAIS QUE O LULA
Não admira que deputados se achem importantes: ganham mais que o presidente.


AUXÍLIO MORADIA
A ajuda no aluguel vale até para deputados do Distrito Federal. A alternativa seriam apartamentos funcionais, que acabam repassados a assessores e parentes.

COTA POSTAL E TELEFÔNICA
É preciso muito correio e DDD para contatar as bases. A cota também pode incluir a conta da banda larga.

IMPRESSÕES E ASSINATURAS: R$ 1 000
Além de imprimir o que acharem necessário, nossos representantes têm uma grana para assinar jornais e revistas.

PASSAGENS
Deputados ganham viagem ida e volta de Brasília para o estado que representam. São R$ 9 mil por mês que não precisam de justificativa - pode ser convenção partidária ou festa junina.
ASSISTÊNCIA MÉDICA
O deputado e sua família podem pedir reembolso ilimitado de gastos com saúde. Em 2009, a Câmara gastou R$ 50 milhões com médicos e dentistas: deu R$ 8 mil para cada.


CÂMARA INDISCRETA
Comparação do custo de um deputado federal com a riqueza média gerada por um cidadão em alguns países.
Fontes ONG Transparência Brasil e Câmara dos Deputados

Eleições 2010




Colégio eleitoral Santa Inês, Porto Alegre, zona 0113. Sujeira.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PAI QUERÊ PRA QUÊ?

 Enquanto a maior usina eólica no mar entrou em operação na Inglaterra  aqui em Porto Alegre acontecem manifestações e engajamentos contra a usina hidrelétrica de Pai Querê. 



















Dia 23 de setembro, no mesmo dia da ativação das turbinas eólicas na costa de Kent, no sul da Inglaterra, aqui no sul do Brasil aconteceu uma manifestação em frente à sede do IBAMA do Rio Grande do Sul com cerca de 100 pessoas, em grande parte estudantes de Biologia e ambientalistas (entidades filiadas à APEDEMA-RS), contra a construção da hidrelétrica de Pai Querê. A manifestação teve um ato simbólico de um caixão com ramos de araucária, sendo a frase que marcou o ato foi “Pai Querê pra quê?” A obra, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, visa a produção de 292 MW, o equivalente a um parque eólico, e está prevista para o rio Pelotas, entre os municípios de Bom Jesus e Lages, justamente em uma das Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade do Brasil (MMA, 2007). Os ativistas denunciam que esta seria a quinta hidrelétrica de grande porte, e em série, no mesmo rio e incidiria em uma região de maior ocorrência de espécies ameaçadas restritas à região, provocando a morte de 200 mil araucárias (mais detalhes em http://sosriopelotas.wordpress.com). 



 
O ato foi provocado pela possibilidade da emissão da LP (licença prévia) ainda este mês, pois a pressão do Ministério de Minas e Energia e da Casa Civil é muito grande. Nesta mesma quinta-feira chuvosa também foi entregue uma carta ao Superintendente do IBAMA, João Pessoa Moreira Jr., que  resultou em uma pequena audiência com um grupo de oito manifestantes (entre eles o professor da UFRGS Paulo Brack)  que foram recebidos em seu gabinete. Estes reclamaram a falta de informações sobre o andamento do processo, e a questão da não definição de audiências públicas, além de destacarem que todos os indicadores apontam para a inviabilidade da obra.  O Superintendente declarou que o licenciamento do empreendimento está a cargo da Direção de Licenciamento do órgão, sediada em Brasília e que não estão autorizados a intervir no processo. João Pessoa ressaltou que fez contato recente com a coordenação do setor em Brasília a garantiu que encaminhará o documento a chefia do órgão. A posição centralizada em Brasília, quanto aos licenciamentos de obras do PAC, tem a justificativa da prioridade destes empreendimentos para o governo federal, apesar de que Pai Querê agregaria menos de 5% à energia já produzida pelas hidrelétricas da bacia.

O pior de tudo é que esse assunto sério  não está sendo discutido na sociedade, na mídia, nem no meio  acadêmico da comunicação. E sabe como é, a repercussão é zero se a mídia não abre o jogo sobre a realidade dos fatos.

E se a palavra SUSTENTABILIDADE está tão em voga, como não discutir essa obra do PAC, que tipo de aceleração é essa?  
Porque não investir no potencial eólico do Rio Grande do Sul, do Brasil? Se gostamos tanto de imitar os ingleses, na boa música e na cultura, porque também não investimos nas usinas eólicas? Gerando assim energia de uma maneira limpa e renovável.


Para finalizar:  logo após o protesto, o grupo se deslocou em passeata em direção do grupo RBS como forma de chamar a atenção dos meios de comunicação que até agora não tem noticiado nada em relação a esta grande ameaça à biodiversidade e às quatrocentas famílias que seriam atingidas e desalojadas pelo empreendimento. 



segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pervertidos e orgânicos










O site Organic Authority publicou uma lista dos "10 vegetais mais pervertidos da Terra".
 Diversão pra uma segunda-feira! 
  

terça-feira, 21 de setembro de 2010

21 de setembro- Dia da árvore



Hoje, 21 de setembro  comemora-se o Dia da Árvore, momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação. A data existe desde 1965.

Indico um site legalzinho sobre o assunto, com curiosidades, material pra baixar, uns papéis de parede lindos e informações sobre várias ONGs interessantes: 


O  problema é que enquanto 'comemora-se' o tal dia da árvore no Distrito Federal  a situação é de emergência, (o que politicamente é nooormal)  -
 

 devido ao incêndio no Parque Nacional de Brasília - 

O Parque é uma importante área de preservação ambiental,  com grande quantidade de espécies animais e vegetais típicas do cerrado, um dos ecossistemas mais ameaçados do país. O incêndio já queimou mais de 10 mil hectares, o equivalente a 25% da área do parque. A queimada piora com a seca. Hoje, o DF completou 118 dias sem chuvas.
 

Só neste ano, o fogo já destruiu, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 6.000 km² de áreas protegidas e reservas indígenas no Brasil, um número equivalente a quatro cidades de São Paulo (1.522 km²).

Sendo assim... nada a comemorar nesse dia comemorativo.

Matéria do Estadão muitooo interessante sobre: 'Brasil arde em chamas e expõe falta de estrutura para prevenir incêndios'

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100919/not_imp612084,0.php


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

‘Não podemos ser intelectualmente neutros’ -Hernán Sorhuet

Hernán Sorhuet concedeu entrevista após sua inteligível palestra no curso ‘Os desafios do Meio Ambiente’

Segundo o código de ética dos jornalistas brasileiros, que está disponível no site da FENAJ- Federação Nacional dos Jornalistas, ‘a informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo’. Porém não é claro que esta prática acontece, principalmente no âmbito das pautas ambientais. A fim de mudar essa realidade e capacitar interessados, aconteceu nos dias 20 e 21 de agosto o curso ‘Os desafios do Meio Ambiente’, promovido NEJ-RS- Núcleo dos Ecojornalistas do Rio Grande do Sul. Dentro da programação do evento houve a palestra com o colunista uruguaio Hernán Sorhuet.
Sua visão lúcida da realidade incentivou-me a escolher o profissional para a entrevista, que respondeu todas as perguntas olhando nos olhos e convicto das ideias que já deveriam estar em voga. Como tínhamos pouco tempo, Hernán, que trabalha há 28 anos no jornal “El País”, respondeu 3 perguntas e definiu palavras chaves para o jornalismo ambiental.


Qual a sua visão da prática do jornalismo ambiental?

Como falei hoje o jornalismo ambiental é chamado a fazer e ser o protagonista do século XXI, porque a diferença do convencional, tem a obrigação de abordar os temas, as notícias, com um olhar sistêmico. Considerar as múltiplas variáveis que interagem em qualquer situação social e da Natureza. Isso significa que com esse desafio do jornalismo ‘moderno’ aqueles jornalistas que não incorporarem essa ampla visão de realidade vão realizar um trabalho fraco. O problema ainda está na formação, lamentável, o jornalismo do futuro ainda não está sendo contemplado.

E como vai acontecer esse triunfo do jornalismo ambiental verdadeiro dentro das mídias?

É a relação direta entre a demanda e os jornalistas. Os meios de comunicação hoje não buscam periodistas ambientais porque não percebem que dentro do que inclui Meio Ambiente, estão as variáveis da sociedade: educação, saúde, economia... O jornalismo ambiental deveria estar em melhor qualidade, porque considera todas as variáveis.

Uma questão contemporânea são os cadernos específicos de meio ambiente nos jornais. Qual a sua opinião sobre esses suplementos?

Os suplementos específicos de Meio Ambiente foram muito úteis quando o tema começou a ser tratado. Mas hoje, com o avanço, evolução, parece evidente que já não há sentido uma seção, um suplemento de Meio Ambiente. Porque na realidade, a complexidade do tema obriga que cada cidadão (leitor e periodista) tenha incorporado essa visão ampla e complexa. Um bom periódico deveria ter um plantel de jornalistas que independente do assunto/área tenha incorporado a lição ampla e profunda do jornalismo ambiental. Cada jornalista do periódico deveria demonstrar essa sensibilidade para desenvolver o periódico em sua especialidade com o qual acabe o sentido do caderno ambiental. Então para que ter uma seção específica? Se todos sabem e se preocupam com a questão ambiental.

Aquecimento Global:

Grande problema a resolver com a sociedade moderna. E esse é o tema ambiental que tem logrado/ conseguido interessar os tomadores de decisões (políticos, empresários...), porque tem grandes custos econômicos.

Amazônia:

Um bom exemplo das grandes decisões que a nossa geração deve tomar (o que mantêm e o que destrói) frente as próximas gerações que não tem oportunidade de opinar hoje.

Conservação:

Usar, utilizar, racionalmente, sustentavelmente a diversidade biológica.

Preservação:

Manter intocado, sem modificar certos fragmentos da biodiversidade de um país.
Para concluir a entrevista, gostaria que o senhor deixasse um recado para os estudantes de jornalismo:
Estás estudando para ser o jornalista do futuro. Duas obrigações que não podes deixar de lado:
1- Sempre buscar a verdade, embora doa.
2- Capacita-te de forma indefinida, sempre pense que tens que melhorar, que te falta muito. Não pare de estudar nunca.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

até o Brutus.


Será que virou gay?
Ele sempre me surpreendeu, podia esperar tudo dele, mas isso não. Sem preconceitos, estamos no século XXI, e os casamentos gays se espalham pelo mundo com meu apoio incondicional pela liberdade de escolha sexual.
Mas logo ele? O mais macho de todos os machos que conheci na minha vida depois do meu pai. Beijando homem, dando e comendo por aí. Ouvi ele dizendo que prefere ser o ativo. Por um instante pensei em chorar, me jogar de uma janela, mas por fim ri.  Achei divertida toda aquela putaria homossexual entre guris que poderiam foder à beça com universitárias lindas como eles. 
Eles, que foram por outra via e isso não muda o caráter de ninguém.

Pra completar segue o documentário pra vocês conferirem: O mundo e sua diversidade sexual.

Copos comestíveis

E ai já pensou em beber um líquido geladinho e depois comer o copo? Essa é a proposta dos Jelloware, um conceito criado pelas quatro designers que compõem o The Way We See the World, grupo nova-iorquino de consultoria em design de produto. 
A ideia é brilhante: um copo que pode ser comido.
Feito a partir de algas marinhas e disponível em diversos sabores, que combinam com certos drinques e bebidas, o Jelloware é também biodegradável. Isso significa que, se você não quiser comê-lo, pode simplesmente jogá-lo na grama, onde onde servirá de adubo às plantas.
Enquanto o copo comestível ainda não se populariza, para diminuir o consumo enlouquecido dos copos de plástico, o négócio é carregar sempre a sua própria caneca.
;)