...esperamos que sim.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Julian Assange e a sexualidade perigosa
Julian Assange estuprou a correspondência secreta dos diplomatas espiões americanos.
Botou todo mundo de bunda de fora.
Estão tentando afetar duramente a retaguarda dele por causa disso.
Duas mulheres o acusam de assédio assexual e estupro.
Ele teria pressionado sexualmente o seu corpo contra o de uma delas.
Ambos estavam nus numa cama.
Outra o acuso de estupro.
Eles também estavam pelados numa cama.
A moça havia aceitado ceder seu patrimônio ao fundador do wikileaks.
Com uma condição: que ele usasse camisinha.
Ele teria consumado o ato sem preservativo.
Sabem como é, aquele entuasiamo, sim, não, sim, não...
Foi!
Noutro caso, se bem entendi, ou no mesmo, ele teria violado a moça, com a qual estava repousando pelado, enquanto ela dormia. Sem camisinha. Como se vê, são situações terríveis e moralmente comprometedoras.
O sujeito não se controla.
Promete uma coisa e faz outra.
Viola correspondência, moças nuas na sua cama e consciências iludidas.
Não respeita contratos.
Desnuda todo mundo.
Diz que vai usar camisinha e não usa.
Os tempos mudaram.
Estar pelado com alguém na cama não significa que está tudo liberado.
Não é só se instalar e ir entrando.
Precisa pedir licença.
Dar um amasso em alguém pode terminar em processo.
Nada disso, evidentemente, tem qualquer relação com a divulgação da correspondência secreta dos fofoqueiros oficiais norteamericanos pelo australiano impetuoso. É mera e triste coincidência. Surgiu agora por acaso.
Assange está comprometendo a reputação das moças e de uma das mais nobre atividades de todos os tempos: a fofoca diplomática. A espionagem oficial e pomposa agora terá mais dificuldades para se consumar.
Diplomata americano, a partir de hoje, só com camisinha.
Botou todo mundo de bunda de fora.
Estão tentando afetar duramente a retaguarda dele por causa disso.
Duas mulheres o acusam de assédio assexual e estupro.
Ele teria pressionado sexualmente o seu corpo contra o de uma delas.
Ambos estavam nus numa cama.
Outra o acuso de estupro.
Eles também estavam pelados numa cama.
A moça havia aceitado ceder seu patrimônio ao fundador do wikileaks.
Com uma condição: que ele usasse camisinha.
Ele teria consumado o ato sem preservativo.
Sabem como é, aquele entuasiamo, sim, não, sim, não...
Foi!
Noutro caso, se bem entendi, ou no mesmo, ele teria violado a moça, com a qual estava repousando pelado, enquanto ela dormia. Sem camisinha. Como se vê, são situações terríveis e moralmente comprometedoras.
O sujeito não se controla.
Promete uma coisa e faz outra.
Viola correspondência, moças nuas na sua cama e consciências iludidas.
Não respeita contratos.
Desnuda todo mundo.
Diz que vai usar camisinha e não usa.
Os tempos mudaram.
Estar pelado com alguém na cama não significa que está tudo liberado.
Não é só se instalar e ir entrando.
Precisa pedir licença.
Dar um amasso em alguém pode terminar em processo.
Nada disso, evidentemente, tem qualquer relação com a divulgação da correspondência secreta dos fofoqueiros oficiais norteamericanos pelo australiano impetuoso. É mera e triste coincidência. Surgiu agora por acaso.
Assange está comprometendo a reputação das moças e de uma das mais nobre atividades de todos os tempos: a fofoca diplomática. A espionagem oficial e pomposa agora terá mais dificuldades para se consumar.
Diplomata americano, a partir de hoje, só com camisinha.
Postado por Juremir Machado da Silva - 09/12/2010 09:59
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A, B OU C
E ai galera!
Final de semestre, resultado de provas e trabalhos. avaliações das conquistas, das perdas. Na vida não há conceitos A, B ou C...
Uns pensam que finalmente aquela materia chata sexta à noite terminou. Outros acreditam que vão sentir falta, muita falta. Dos colegas, do professor, do conteúdo discutido em sala de aula, da roda, e principalmente do ambiente efervescente intelectualmente.
Comigo esse semestre foi assim. Uma cadeira em especial me marcou e vai deixar saudades. foi na UFRGS, o nome da cadeira? História Da Educação: História Da Escolarização Brasileira E Processos Pedagógicos.
Muitas coisas se perdem na memoria do tempo. A fotografia, é um dispositivo da memória.
tive absoluta certeza q essa cadeira foi a mais especial, quando escutei essas palavras do professor, no último dia de aula. Cláudio de Sá Machado Júnior, o professor, exercitou a sensibilidade da turma. Defendendo que ensinamento é o que fica, que não devemos somente reproduzir o conhecimento, mas tb produzi-lo. Inquietude intelectual. Um exemplo de professor que avalia pelo conteúdo, coração e mente aberta.
o dispositivo de memória da cadeira que aconteceu no segundo semestre de 2010, na Faced em Porto Alegre.
Vídeo que o professor encaminhou junto com a foto para uma reflexão final:
Final de semestre, resultado de provas e trabalhos. avaliações das conquistas, das perdas. Na vida não há conceitos A, B ou C...
Uns pensam que finalmente aquela materia chata sexta à noite terminou. Outros acreditam que vão sentir falta, muita falta. Dos colegas, do professor, do conteúdo discutido em sala de aula, da roda, e principalmente do ambiente efervescente intelectualmente.
Comigo esse semestre foi assim. Uma cadeira em especial me marcou e vai deixar saudades. foi na UFRGS, o nome da cadeira? História Da Educação: História Da Escolarização Brasileira E Processos Pedagógicos.
Muitas coisas se perdem na memoria do tempo. A fotografia, é um dispositivo da memória.
tive absoluta certeza q essa cadeira foi a mais especial, quando escutei essas palavras do professor, no último dia de aula. Cláudio de Sá Machado Júnior, o professor, exercitou a sensibilidade da turma. Defendendo que ensinamento é o que fica, que não devemos somente reproduzir o conhecimento, mas tb produzi-lo. Inquietude intelectual. Um exemplo de professor que avalia pelo conteúdo, coração e mente aberta.
o dispositivo de memória da cadeira que aconteceu no segundo semestre de 2010, na Faced em Porto Alegre.
Vídeo que o professor encaminhou junto com a foto para uma reflexão final:
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Nada contra os felinos, mas sempre defendi que cahorro é melhor que gato e agora minha teoria tem fundamento científico.
Uma pesquisa divulgada pela revista amerciana New Scientist analisou cães e gatos em 11 categorias que incluíam inteligência, afetividade e obediência. Em um placar de 6 a 5, os caninos levaram a melhor.
Os cãezinhos entendem melhor os comandos dados pelos donos, resolvem mais problemas e são mais prestativos. Já os felinos têm os sentidos mais apurados e incomodam menos miando do que os cachorros latindo.
Apesar das vantagens caninas, os gatinhos continuam sendo os animais de estimação mais populares do mundo. São 204 milhões de felinos contra 173 milhões de caninos, em uma comparação feita entre os 10 países com o maior número de bichos de estimação.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Quanto custa um deputado?
Matéria muitooo boa da Revista Superinteressante, com seus devidos créditos e fontes!

VERBA DE GABINETE
Cada um dos 513 deputados federais possui esta verba mensal para gastar com material de escritório e pagar até 25 assessores parlamentares. Os deputados federais brasileiros estão entre os que podem contratar mais gente.

VERBA INDENIZATÓRIA
É para gastos com gasolina, comida, hospedagem, aluguel de escritório (sim, além dos que eles têm no Congresso) e consultorias - sendo que consultoria pode ser qualquer coisa que os deputados decidirem chamar de consultoria.

SALÁRIO
Além do 13º, há mais dois salários extras no início e no fim do ano legislativo, para dar uma força.
MAIS QUE O LULA
Não admira que deputados se achem importantes: ganham mais que o presidente.

AUXÍLIO MORADIA
A ajuda no aluguel vale até para deputados do Distrito Federal. A alternativa seriam apartamentos funcionais, que acabam repassados a assessores e parentes.
COTA POSTAL E TELEFÔNICA
É preciso muito correio e DDD para contatar as bases. A cota também pode incluir a conta da banda larga.
IMPRESSÕES E ASSINATURAS: R$ 1 000
Além de imprimir o que acharem necessário, nossos representantes têm uma grana para assinar jornais e revistas.

PASSAGENS
Deputados ganham viagem ida e volta de Brasília para o estado que representam. São R$ 9 mil por mês que não precisam de justificativa - pode ser convenção partidária ou festa junina.
ASSISTÊNCIA MÉDICA
O deputado e sua família podem pedir reembolso ilimitado de gastos com saúde. Em 2009, a Câmara gastou R$ 50 milhões com médicos e dentistas: deu R$ 8 mil para cada.

CÂMARA INDISCRETA
Comparação do custo de um deputado federal com a riqueza média gerada por um cidadão em alguns países.
Fontes ONG Transparência Brasil e Câmara dos Deputados
Reclamamos do alto salário dos 513 deputados federais, mas ´o problema são as verbas`, diz o coordenador de projetos da ONG Transparência Brasil, Fabiano Angélico. No gráfico abaixo, o tamanho de cada item corresponde ao seu custo.
por EMILIANO URBIM, THAIS SANT´ANA, GABRIEL GIANORDOLI E CÁSSIO BITTENCOURT
VERBA DE GABINETE
Cada um dos 513 deputados federais possui esta verba mensal para gastar com material de escritório e pagar até 25 assessores parlamentares. Os deputados federais brasileiros estão entre os que podem contratar mais gente.
VERBA INDENIZATÓRIA
É para gastos com gasolina, comida, hospedagem, aluguel de escritório (sim, além dos que eles têm no Congresso) e consultorias - sendo que consultoria pode ser qualquer coisa que os deputados decidirem chamar de consultoria.
SALÁRIO
Além do 13º, há mais dois salários extras no início e no fim do ano legislativo, para dar uma força.
MAIS QUE O LULA
Não admira que deputados se achem importantes: ganham mais que o presidente.
AUXÍLIO MORADIA
A ajuda no aluguel vale até para deputados do Distrito Federal. A alternativa seriam apartamentos funcionais, que acabam repassados a assessores e parentes.
COTA POSTAL E TELEFÔNICA
É preciso muito correio e DDD para contatar as bases. A cota também pode incluir a conta da banda larga.
IMPRESSÕES E ASSINATURAS: R$ 1 000
Além de imprimir o que acharem necessário, nossos representantes têm uma grana para assinar jornais e revistas.
PASSAGENS
Deputados ganham viagem ida e volta de Brasília para o estado que representam. São R$ 9 mil por mês que não precisam de justificativa - pode ser convenção partidária ou festa junina.
ASSISTÊNCIA MÉDICA
O deputado e sua família podem pedir reembolso ilimitado de gastos com saúde. Em 2009, a Câmara gastou R$ 50 milhões com médicos e dentistas: deu R$ 8 mil para cada.
CÂMARA INDISCRETA
Comparação do custo de um deputado federal com a riqueza média gerada por um cidadão em alguns países.
Fontes ONG Transparência Brasil e Câmara dos Deputados
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
PAI QUERÊ PRA QUÊ?
Enquanto a maior usina eólica no mar entrou em operação na Inglaterra aqui em Porto Alegre acontecem manifestações e engajamentos contra a usina hidrelétrica de Pai Querê.
Dia 23 de setembro, no mesmo dia da ativação das turbinas eólicas na costa de Kent, no sul da Inglaterra, aqui no sul do Brasil aconteceu uma manifestação em frente à sede do IBAMA do Rio Grande do Sul com cerca de 100 pessoas, em grande parte estudantes de Biologia e ambientalistas (entidades filiadas à APEDEMA-RS), contra a construção da hidrelétrica de Pai Querê. A manifestação teve um ato simbólico de um caixão com ramos de araucária, sendo a frase que marcou o ato foi “Pai Querê pra quê?” A obra, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, visa a produção de 292 MW, o equivalente a um parque eólico, e está prevista para o rio Pelotas, entre os municípios de Bom Jesus e Lages, justamente em uma das Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade do Brasil (MMA, 2007). Os ativistas denunciam que esta seria a quinta hidrelétrica de grande porte, e em série, no mesmo rio e incidiria em uma região de maior ocorrência de espécies ameaçadas restritas à região, provocando a morte de 200 mil araucárias (mais detalhes em http://sosriopelotas.wordpress.com).
Dia 23 de setembro, no mesmo dia da ativação das turbinas eólicas na costa de Kent, no sul da Inglaterra, aqui no sul do Brasil aconteceu uma manifestação em frente à sede do IBAMA do Rio Grande do Sul com cerca de 100 pessoas, em grande parte estudantes de Biologia e ambientalistas (entidades filiadas à APEDEMA-RS), contra a construção da hidrelétrica de Pai Querê. A manifestação teve um ato simbólico de um caixão com ramos de araucária, sendo a frase que marcou o ato foi “Pai Querê pra quê?” A obra, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, visa a produção de 292 MW, o equivalente a um parque eólico, e está prevista para o rio Pelotas, entre os municípios de Bom Jesus e Lages, justamente em uma das Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade do Brasil (MMA, 2007). Os ativistas denunciam que esta seria a quinta hidrelétrica de grande porte, e em série, no mesmo rio e incidiria em uma região de maior ocorrência de espécies ameaçadas restritas à região, provocando a morte de 200 mil araucárias (mais detalhes em http://sosriopelotas.wordpress.com).
O ato foi provocado pela possibilidade da emissão da LP (licença prévia) ainda este mês, pois a pressão do Ministério de Minas e Energia e da Casa Civil é muito grande. Nesta mesma quinta-feira chuvosa também foi entregue uma carta ao Superintendente do IBAMA, João Pessoa Moreira Jr., que resultou em uma pequena audiência com um grupo de oito manifestantes (entre eles o professor da UFRGS Paulo Brack) que foram recebidos em seu gabinete. Estes reclamaram a falta de informações sobre o andamento do processo, e a questão da não definição de audiências públicas, além de destacarem que todos os indicadores apontam para a inviabilidade da obra. O Superintendente declarou que o licenciamento do empreendimento está a cargo da Direção de Licenciamento do órgão, sediada em Brasília e que não estão autorizados a intervir no processo. João Pessoa ressaltou que fez contato recente com a coordenação do setor em Brasília a garantiu que encaminhará o documento a chefia do órgão. A posição centralizada em Brasília, quanto aos licenciamentos de obras do PAC, tem a justificativa da prioridade destes empreendimentos para o governo federal, apesar de que Pai Querê agregaria menos de 5% à energia já produzida pelas hidrelétricas da bacia.
O pior de tudo é que esse assunto sério não está sendo discutido na sociedade, na mídia, nem no meio acadêmico da comunicação. E sabe como é, a repercussão é zero se a mídia não abre o jogo sobre a realidade dos fatos.
E se a palavra SUSTENTABILIDADE está tão em voga, como não discutir essa obra do PAC, que tipo de aceleração é essa?
Porque não investir no potencial eólico do Rio Grande do Sul, do Brasil? Se gostamos tanto de imitar os ingleses, na boa música e na cultura, porque também não investimos nas usinas eólicas? Gerando assim energia de uma maneira limpa e renovável.
Para finalizar: logo após o protesto, o grupo se deslocou em passeata em direção do grupo RBS como forma de chamar a atenção dos meios de comunicação que até agora não tem noticiado nada em relação a esta grande ameaça à biodiversidade e às quatrocentas famílias que seriam atingidas e desalojadas pelo empreendimento.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Pervertidos e orgânicos
O site Organic Authority publicou uma lista dos "10 vegetais mais pervertidos da Terra".
Diversão pra uma segunda-feira!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
21 de setembro- Dia da árvore
Hoje, 21 de setembro comemora-se o Dia da Árvore, momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação. A data existe desde 1965.
Indico um site legalzinho sobre o assunto, com curiosidades, material pra baixar, uns papéis de parede lindos e informações sobre várias ONGs interessantes:
devido ao incêndio no Parque Nacional de Brasília -
O Parque é uma importante área de preservação ambiental, com grande quantidade de espécies animais e vegetais típicas do cerrado, um dos ecossistemas mais ameaçados do país. O incêndio já queimou mais de 10 mil hectares, o equivalente a 25% da área do parque. A queimada piora com a seca. Hoje, o DF completou 118 dias sem chuvas.
Só neste ano, o fogo já destruiu, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 6.000 km² de áreas protegidas e reservas indígenas no Brasil, um número equivalente a quatro cidades de São Paulo (1.522 km²).
Sendo assim... nada a comemorar nesse dia comemorativo.
Matéria do Estadão muitooo interessante sobre: 'Brasil arde em chamas e expõe falta de estrutura para prevenir incêndios'
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
‘Não podemos ser intelectualmente neutros’ -Hernán Sorhuet
Hernán Sorhuet concedeu entrevista após sua inteligível palestra no curso ‘Os desafios do Meio Ambiente’
Segundo o código de ética dos jornalistas brasileiros, que está disponível no site da FENAJ- Federação Nacional dos Jornalistas, ‘a informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo’. Porém não é claro que esta prática acontece, principalmente no âmbito das pautas ambientais. A fim de mudar essa realidade e capacitar interessados, aconteceu nos dias 20 e 21 de agosto o curso ‘Os desafios do Meio Ambiente’, promovido NEJ-RS- Núcleo dos Ecojornalistas do Rio Grande do Sul. Dentro da programação do evento houve a palestra com o colunista uruguaio Hernán Sorhuet.
Sua visão lúcida da realidade incentivou-me a escolher o profissional para a entrevista, que respondeu todas as perguntas olhando nos olhos e convicto das ideias que já deveriam estar em voga. Como tínhamos pouco tempo, Hernán, que trabalha há 28 anos no jornal “El País”, respondeu 3 perguntas e definiu palavras chaves para o jornalismo ambiental.
Qual a sua visão da prática do jornalismo ambiental?
Como falei hoje o jornalismo ambiental é chamado a fazer e ser o protagonista do século XXI, porque a diferença do convencional, tem a obrigação de abordar os temas, as notícias, com um olhar sistêmico. Considerar as múltiplas variáveis que interagem em qualquer situação social e da Natureza. Isso significa que com esse desafio do jornalismo ‘moderno’ aqueles jornalistas que não incorporarem essa ampla visão de realidade vão realizar um trabalho fraco. O problema ainda está na formação, lamentável, o jornalismo do futuro ainda não está sendo contemplado.
E como vai acontecer esse triunfo do jornalismo ambiental verdadeiro dentro das mídias?
É a relação direta entre a demanda e os jornalistas. Os meios de comunicação hoje não buscam periodistas ambientais porque não percebem que dentro do que inclui Meio Ambiente, estão as variáveis da sociedade: educação, saúde, economia... O jornalismo ambiental deveria estar em melhor qualidade, porque considera todas as variáveis.
Uma questão contemporânea são os cadernos específicos de meio ambiente nos jornais. Qual a sua opinião sobre esses suplementos?
Os suplementos específicos de Meio Ambiente foram muito úteis quando o tema começou a ser tratado. Mas hoje, com o avanço, evolução, parece evidente que já não há sentido uma seção, um suplemento de Meio Ambiente. Porque na realidade, a complexidade do tema obriga que cada cidadão (leitor e periodista) tenha incorporado essa visão ampla e complexa. Um bom periódico deveria ter um plantel de jornalistas que independente do assunto/área tenha incorporado a lição ampla e profunda do jornalismo ambiental. Cada jornalista do periódico deveria demonstrar essa sensibilidade para desenvolver o periódico em sua especialidade com o qual acabe o sentido do caderno ambiental. Então para que ter uma seção específica? Se todos sabem e se preocupam com a questão ambiental.
Aquecimento Global:
Grande problema a resolver com a sociedade moderna. E esse é o tema ambiental que tem logrado/ conseguido interessar os tomadores de decisões (políticos, empresários...), porque tem grandes custos econômicos.
Amazônia:
Um bom exemplo das grandes decisões que a nossa geração deve tomar (o que mantêm e o que destrói) frente as próximas gerações que não tem oportunidade de opinar hoje.
Conservação:
Usar, utilizar, racionalmente, sustentavelmente a diversidade biológica.
Preservação:
Manter intocado, sem modificar certos fragmentos da biodiversidade de um país.
Para concluir a entrevista, gostaria que o senhor deixasse um recado para os estudantes de jornalismo:
Estás estudando para ser o jornalista do futuro. Duas obrigações que não podes deixar de lado:
1- Sempre buscar a verdade, embora doa.
2- Capacita-te de forma indefinida, sempre pense que tens que melhorar, que te falta muito. Não pare de estudar nunca.
Segundo o código de ética dos jornalistas brasileiros, que está disponível no site da FENAJ- Federação Nacional dos Jornalistas, ‘a informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo’. Porém não é claro que esta prática acontece, principalmente no âmbito das pautas ambientais. A fim de mudar essa realidade e capacitar interessados, aconteceu nos dias 20 e 21 de agosto o curso ‘Os desafios do Meio Ambiente’, promovido NEJ-RS- Núcleo dos Ecojornalistas do Rio Grande do Sul. Dentro da programação do evento houve a palestra com o colunista uruguaio Hernán Sorhuet.
Sua visão lúcida da realidade incentivou-me a escolher o profissional para a entrevista, que respondeu todas as perguntas olhando nos olhos e convicto das ideias que já deveriam estar em voga. Como tínhamos pouco tempo, Hernán, que trabalha há 28 anos no jornal “El País”, respondeu 3 perguntas e definiu palavras chaves para o jornalismo ambiental.
Qual a sua visão da prática do jornalismo ambiental?
Como falei hoje o jornalismo ambiental é chamado a fazer e ser o protagonista do século XXI, porque a diferença do convencional, tem a obrigação de abordar os temas, as notícias, com um olhar sistêmico. Considerar as múltiplas variáveis que interagem em qualquer situação social e da Natureza. Isso significa que com esse desafio do jornalismo ‘moderno’ aqueles jornalistas que não incorporarem essa ampla visão de realidade vão realizar um trabalho fraco. O problema ainda está na formação, lamentável, o jornalismo do futuro ainda não está sendo contemplado.
E como vai acontecer esse triunfo do jornalismo ambiental verdadeiro dentro das mídias?
É a relação direta entre a demanda e os jornalistas. Os meios de comunicação hoje não buscam periodistas ambientais porque não percebem que dentro do que inclui Meio Ambiente, estão as variáveis da sociedade: educação, saúde, economia... O jornalismo ambiental deveria estar em melhor qualidade, porque considera todas as variáveis.
Uma questão contemporânea são os cadernos específicos de meio ambiente nos jornais. Qual a sua opinião sobre esses suplementos?
Os suplementos específicos de Meio Ambiente foram muito úteis quando o tema começou a ser tratado. Mas hoje, com o avanço, evolução, parece evidente que já não há sentido uma seção, um suplemento de Meio Ambiente. Porque na realidade, a complexidade do tema obriga que cada cidadão (leitor e periodista) tenha incorporado essa visão ampla e complexa. Um bom periódico deveria ter um plantel de jornalistas que independente do assunto/área tenha incorporado a lição ampla e profunda do jornalismo ambiental. Cada jornalista do periódico deveria demonstrar essa sensibilidade para desenvolver o periódico em sua especialidade com o qual acabe o sentido do caderno ambiental. Então para que ter uma seção específica? Se todos sabem e se preocupam com a questão ambiental.
Aquecimento Global:
Grande problema a resolver com a sociedade moderna. E esse é o tema ambiental que tem logrado/ conseguido interessar os tomadores de decisões (políticos, empresários...), porque tem grandes custos econômicos.
Amazônia:
Um bom exemplo das grandes decisões que a nossa geração deve tomar (o que mantêm e o que destrói) frente as próximas gerações que não tem oportunidade de opinar hoje.
Conservação:
Usar, utilizar, racionalmente, sustentavelmente a diversidade biológica.
Preservação:
Manter intocado, sem modificar certos fragmentos da biodiversidade de um país.
Para concluir a entrevista, gostaria que o senhor deixasse um recado para os estudantes de jornalismo:
Estás estudando para ser o jornalista do futuro. Duas obrigações que não podes deixar de lado:
1- Sempre buscar a verdade, embora doa.
2- Capacita-te de forma indefinida, sempre pense que tens que melhorar, que te falta muito. Não pare de estudar nunca.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
até o Brutus.
Será que virou gay?
Ele sempre me surpreendeu, podia esperar tudo dele, mas isso não. Sem preconceitos, estamos no século XXI, e os casamentos gays se espalham pelo mundo com meu apoio incondicional pela liberdade de escolha sexual.
Mas logo ele? O mais macho de todos os machos que conheci na minha vida depois do meu pai. Beijando homem, dando e comendo por aí. Ouvi ele dizendo que prefere ser o ativo. Por um instante pensei em chorar, me jogar de uma janela, mas por fim ri. Achei divertida toda aquela putaria homossexual entre guris que poderiam foder à beça com universitárias lindas como eles.
Eles, que foram por outra via e isso não muda o caráter de ninguém.
Pra completar segue o documentário pra vocês conferirem: O mundo e sua diversidade sexual.
Copos comestíveis
E ai já pensou em beber um líquido geladinho e depois comer o copo? Essa é a proposta dos Jelloware, um conceito criado pelas quatro designers que compõem o The Way We See the World, grupo nova-iorquino de consultoria em design de produto.
A ideia é brilhante: um copo que pode ser comido.
Feito a partir de algas marinhas e disponível em diversos sabores, que combinam com certos drinques e bebidas, o Jelloware é também biodegradável. Isso significa que, se você não quiser comê-lo, pode simplesmente jogá-lo na grama, onde onde servirá de adubo às plantas.
Enquanto o copo comestível ainda não se populariza, para diminuir o consumo enlouquecido dos copos de plástico, o négócio é carregar sempre a sua própria caneca.
;)
A ideia é brilhante: um copo que pode ser comido.
Feito a partir de algas marinhas e disponível em diversos sabores, que combinam com certos drinques e bebidas, o Jelloware é também biodegradável. Isso significa que, se você não quiser comê-lo, pode simplesmente jogá-lo na grama, onde onde servirá de adubo às plantas.
Enquanto o copo comestível ainda não se populariza, para diminuir o consumo enlouquecido dos copos de plástico, o négócio é carregar sempre a sua própria caneca.
;)
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Chuva causa alagamentos e provoca estragos no RS
Faltando 10 minutos pras 6 horas da matina, chegava eu no trabalho e a chuva caia muito forte. Pingos grossos que doeram na minha cabeça, o taxista estacionou um pouco longe da porta, tive que apressar o passo. Foi bom pra me acordar direito. Gosto das coisas fortes, o fraquinho já perdeu a graça. Bom mesmo é o que rasga, o que aperta, o que marca. Obviamente não gosto dos estragos que as chuvas causam, nem aprovo o descaso das autoridades quanto a esse problema eminente nas cidades. Mas aprecio a intensidade. Intensidade da vida.
Voltemos então à previsão do tempo:
A chuva que atinge o Estado desde a noite de domingo provoca estragos em algumas regiões, em Porto Alegre , as rajadas de vento chegaram a 70 km/h no fim da madrugada.
A chuva se espalhou por todo o RS. Já choveu em pelo menos 18 cidades gaúchas e os maiores acumulados até agora foram registrados em Santana do Livramento, com 18,2 mm , e Jaguarão, com 16,6 mm .
A chegada da chuva antecede a semana mais fria dos últimos anos no Rio Grande do Sul. Uma massa de ar polar vai derrubar as temperaturas, principalmente, a partir de terça-feira. Os termômetros vão marcar até -5°C em cidades da Serra e Campanha. À tarde, as mínimas durante a semana ficarão entre 10°C e 12°C .
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